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Método CORE

O método de resiliência operacional da VSPraxis.

Quatro pilares, uma pergunta cada, e o fundamento de onde cada um vem.

Conformidade e Contexto

“Em que contexto eu opero e o que me obriga?”

O que avalia

O cenário, os enquadramentos legais, ARTs e RRTs, NRs e a régua de entrada de quem contrata.

Como se testa

Mapa de contexto (lei, norma, contrato, ambiente e comprador).

“Em que contexto eu opero e o que me obriga?”

O cenário, os enquadramentos legais, ARTs e RRTs, NRs e a régua de entrada de quem contrata.

Mapa de contexto (lei, norma, contrato, ambiente e comprador).

  • Segurança eletrônica: a autorização que a regra nova da segurança privada passa a exigir
  • Portos: certidões, balanço e acervo na régua do edital
  • Condomínios: AVCB, laudo do para-raios e RIA do elevador em dia
Análise de contextoMatriz de EisenhowerMatriz GUTSIPOCRACIPreço pelo custo realCurva ABC de clientes
Mapa de contextoCalendário de vencimentosControle de ASOMatriz de treinamentos NRPlanilha de formação de preço
Para o seu negócio
Nada vence e trava o pagamento, e o preço sai do custo real.
Para o seu processo
Cada exigência vira etapa do serviço, com dono e prova.
Para a sua equipe
Cada um sabe o que a lei e o cliente pedem dele.
Contexto e requisitosFornecedoresMudanças

ISO 31000:2018 Gestão de riscos · ISO 9001:2015 Gestão da qualidade · ISO 45001:2018 Saúde e segurança ocupacional

12 ferramentas · 19 modelos · 4 trilhas · 12 microaulas

12 ferramentas · 19 modelos · 4 trilhas · 12 microaulas

Referências
  • ISO 31000:2018, Gestão de riscos — Diretrizes
  • ISO 9001:2015, Sistemas de gestão da qualidade
  • ISO 45001:2018, Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional

Operação Real

“O que fazemos de fato, comparado ao que está escrito?”

O que avalia

A execução em campo, medindo a diferença entre o trabalho como imaginado e o trabalho como feito.

Como se testa

Conferência do procedimento contra o campo (relato, foto e diário).

“O que fazemos de fato, comparado ao que está escrito?”

A execução em campo, medindo a diferença entre o trabalho como imaginado e o trabalho como feito.

Conferência do procedimento contra o campo (relato, foto e diário).

  • Segurança eletrônica: o operador que vê o alarme e o tempo até a resposta
  • Portos: permissão de trabalho e a subcontratada com a mesma régua
  • Condomínios: a preventiva que aconteceu e o chamado que volta
5 porquêsIshikawaPDCADMAIC5SKanbanLast PlannerInstrução de trabalhoConversa diária de segurança
Procedimento operacional padrãoPermissão de trabalhoPassagem de serviçoFicha de integração
Para o seu negócio
Prazo prometido é prazo cumprido, sem pagar o mesmo erro todo mês.
Para o seu processo
Um jeito certo, por escrito, conferido no campo.
Para a sua equipe
Aprende no posto, com quem sabe, e volta para casa inteiro.
TempoProcessosComunicaçãoSegurança do trabalho

Erik Hollnagel, Safety-I and Safety-II (2014) · Erik Hollnagel, FRAM (2012) · Sidney Dekker, The Field Guide to Understanding 'Human Error' (2006)

18 ferramentas · 13 modelos · 7 trilhas · 21 microaulas

18 ferramentas · 13 modelos · 7 trilhas · 21 microaulas

Referências
  • Erik Hollnagel, Safety-I and Safety-II (2014)
  • Erik Hollnagel, FRAM: the Functional Resonance Analysis Method (2012)
  • Sidney Dekker, The Field Guide to Understanding 'Human Error' (2006)

Risco e Resiliência

“O que acontece quando algo falha?”

O que avalia

Continuidade, redundância, ponto único de falha, dependência de pessoa-chave e plano de contingência testado.

Como se testa

Teste de estresse com revisão depois do exercício e mapa de dependência única.

“O que acontece quando algo falha?”

Continuidade, redundância, ponto único de falha, dependência de pessoa-chave e plano de contingência testado.

Teste de estresse com revisão depois do exercício e mapa de dependência única.

  • Segurança eletrônica: central sem energia, sem link, sem o operador principal
  • Portos: caixa para aguentar o prazo de pagamento do comprador
  • Condomínios: portão e portaria quando cai a energia ou a internet
FMEABow-tiePre-mortemAnálise de impacto no negócioExercício de mesaMapa de dependência únicaMatriz de polivalência
Plano de emergênciaPlano de respostaPlano de continuidadeAnálise de impactoFluxo de caixa × prazo do contrato
Para o seu negócio
Sabe quanto custa cada hora parada e o que fazer antes dela.
Para o seu processo
Plano testado duas vezes por ano, com plano B para o ponto único de falha.
Para a sua equipe
Sabe quem chamar e o que retomar primeiro.
RiscosContinuidadeSuprimentosSegurança patrimonial e da informação

Karl Weick e Kathleen Sutcliffe, Managing the Unexpected · James Reason, Managing the Risks of Organizational Accidents (1997) · BS 65000:2014 · ISO 22316:2017

13 ferramentas · 10 modelos · 7 trilhas · 21 microaulas

13 ferramentas · 10 modelos · 7 trilhas · 21 microaulas

Referências
  • Karl Weick e Kathleen Sutcliffe, Managing the Unexpected
  • James Reason, Managing the Risks of Organizational Accidents (1997)
  • BS 65000:2014, Guidance on organizational resilience
  • ISO 22316:2017, Security and resilience — Organizational resilience

Evidência e Engenharia

“Conseguimos provar o que fizemos e quem decidiu?”

O que avalia

Rastreabilidade e comprovação (registros, fotos, laudos e a trilha de aprovação) que protegem contra glosa, litígio e responsabilidade indevida.

Como se testa

Trilha de evidência e de aprovação.

“Conseguimos provar o que fizemos e quem decidiu?”

Registro, evidência e a trilha de cada decisão, e o conhecimento que a empresa guarda.

Revisão depois do evento e rastreio de uma decisão até a evidência.

  • Segurança eletrônica: a prova mensal de que o sistema funciona
  • Portos: a medição aprovada sem glosa
  • Condomínios: o relatório de resultados para a assembleia
Revisão depois do eventoA38DSTPA5S digitalPainel do donoMargem real por contratoGestão do conhecimentoMatriz de conhecimento crítico
Diário de obraFicha de evidência fotográficaBoletim de mediçãoNotificação de eventoDossiê de pleitoBase de conhecimento da empresaMapa de conhecimento crítico
Para o seu negócio
Foto e registro que valem na medição e na disputa, e o resultado não sai junto com quem sai da empresa.
Para o seu processo
Toda decisão com data, dono e evidência.
Para a sua equipe
Tem respaldo para o que fez, e o que sabe fica na empresa.
ConhecimentoResultadosCultura organizacional

Nancy Leveson, Engineering a Safer World (2011), STAMP e STPA.

13 ferramentas · 19 modelos · 4 trilhas · 12 microaulas

13 ferramentas · 19 modelos · 4 trilhas · 12 microaulas

Referências
  • Nancy Leveson, Engineering a Safer World (2011)
14

disciplinas de gestão

56

ferramentas

61

modelos

22

trilhas de aprendizado

66

microaulas

No catálogo, liberado mês a mês

Disponível hoje

  • Autoavaliação por cadeira com nota por pilar
  • Relatório executivo em PDF e Minha área de resiliência
  • Calculadora do custo da parada
  • Sinais de alerta: o gerador vai entrar?
  • Casos públicos analisados, com a fonte

No catálogo, liberado mês a mês

  • 56 ferramentas aplicadas ao método
  • 61 modelos de documentos
  • 22 trilhas e 66 microaulas
  • 14 disciplinas de gestão nos quatro pilares

A mesma falha, com e sem o método

O que aconteceu antes e depois da falta de energia.

30 dias antes

Sem o método

O porteiro vê a luz de falha e ninguém pergunta

Com o método CORE

O sinal é registrado e chega a quem gere o contrato, com data.

5 dias antes

Sem o método

O relatório diz "teste realizado" e é aceito

Com o método CORE

A medição só é aprovada com o registro do teste com carga.

15 minutos depois da queda

Sem o método

O gerador parte, mas a carga não transfere

Com o método CORE

A transferência entra, já testada setor por setor.

2 horas depois

Sem o método

Elevador parado, câmeras fora, ninguém sabe a quem ligar

Com o método CORE

O plano de resposta diz quem chamar e o que retomar primeiro.

O método nasce de evidência, não de opinião.

Estudos de universidades nacionais e internacionais, fontes oficiais, casos públicos nacionais, boas práticas internacionais e exigências publicadas por compradores, sempre com a fonte. Número sem fonte não entra.

Base viva · atualizada em outubro de 2026

117Estudos acadêmicos
116Fontes oficiais
202casos públicos analisados
93boas práticas
102Exigências publicadas por compradores
72Stress tests em 4 páginas de setor

O que a pesquisa mostra, e o que não mostra

Ter um plano não garante voltar a operar.

Implantar não é o mesmo que usar.

Testar o plano revela onde ele falha, e revisar depois do teste melhora o desempenho.

Por isso todo teste da VSPraxis termina em revisão.

Revisar depois de cada evento melhora o desempenho em cerca de 25%.

Meta-análise de 31 estudos (Tannenbaum e Cerasoli, 2013). Por isso toda trilha termina em revisão.

Fonte: Tannenbaum e Cerasoli, 2013

O que os estudos não provam

Os estudos lidos não provam que ter plano ou fazer simulado melhora sozinho a recuperação real. Provam que o simulado revela falhas do plano e que a revisão estruturada depois do evento melhora o desempenho. Implantar não é o mesmo que usar.

As onze dores de todo serviço técnico

DorMomentoSinalPerguntaRegistro
DecidirAntes do contratoLaudo vencido na parede e manutenção sempre para o mês que vem.O que está adiado, desde quando e quem decidiu adiar?Aviso por escrito do risco de adiar, com data e destinatário.
CombinarAntes do contratoNinguém sabe dizer o que o contrato cobre.O escopo diz o que entra, o que fica de fora e como será medido?Proposta com escopo, condição do local e o que não está incluído.
EscolherAntes do contratoTroca de prestador todo ano e o problema continua.Quem é o responsável técnico e onde já fez serviço igual?Registro profissional, qualificação da equipe e serviços comprovados.
ComunicarDurante o serviçoChamado aberto que fica sem retorno.Por onde chega o aviso de risco e quem responde?Passagem de serviço registrada e aviso com confirmação de recebimento.
ExecutarDurante o serviçoCada equipe faz de um jeito.Posso ver o procedimento e o registro da última vez em que foi seguido?Procedimento passo a passo, seguido e assinado.
ProtegerDurante o serviçoServiço em altura ou com energia sem a área isolada.Quem liberou o serviço e com que análise de risco?Liberação do serviço, bloqueio de energia e equipe treinada, com registro.
ConferirDepois do serviçoO defeito reclamado continua igual depois da visita.Que evidência mostra o que foi feito, além do relatório?Fotos de antes e depois, peças trocadas e medições.
ProvarDepois do serviçoTudo combinado de boca, nada por escrito.Onde está registrado o que foi pedido a mais?Diário do serviço, pedido extra aceito por escrito e termo de entrega.
ResponderDepois do serviçoNinguém sabe dizer quem responde se der errado.Quem assina a responsabilidade técnica, e a prestadora está em dia com a equipe?Responsabilidade técnica anotada, documentação da equipe em dia e seguro.
ContinuarO tempo todoNinguém sabe o que fazer quando falta energia.Quando a reserva foi testada de verdade e por quanto tempo aguenta?Teste com carga registrado e plano de atendimento de emergência.
SustentarO tempo todoEquipe trocada toda hora e técnico com salário atrasado.A prestadora depende de um cliente só? Em quantos dias eu pago?Preço formado com o custo real, caixa para o prazo do contrato e equipe retida.

O que fazemos e o que não fazemos

A mesma régua para quem contrata e para quem presta.

  • Não certificamos.A autoavaliação e o diagnóstico mostram prontidão. Não são selo nem certificação.
  • Não indicamos fornecedor.Não ranqueamos nem recomendamos prestadoras.
  • Quem paga não compra o resultado.A prestadora recebe o próprio relatório e decide a quem mostrar.
  • Atividade técnica é de profissional habilitado.Quem não é habilitado observa, pergunta e registra.
  • Laudo e parecer são documentos técnicos.Assinados por engenheiro com registro no CREA-SP e ART.

Onde está o elo mais fraco da sua operação?

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